sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

O Movimento Cívico Ar Puro convida todas e todos os riomaiorenses, dispostos a contribuírem para a resolução dos graves problemas com que a Região Hidrográfica do Tejo se depara, a participarem nesta reunião de trabalho.



Convite

Reunião de Trabalho

proTEJO – Movimento Pelo Tejo


Exmos.Senhores 

O proTEJO – Movimento Pelo Tejo vem convidá-lo a estar presente na sua Reunião de Trabalho que se realizará no dia 21 de Janeiro de 2017 (sábado) pelas 14 horas e 30 minutos, na sede da Junta de Freguesia de Vila Nova da Barquinha (ex-Junta de Freguesia da Moita do Norte), com a seguinte ordem de trabalhos:
 1º Situação da bacia do Tejo; 
 2º Programação de Atividades; 
 3º Diversos. 
 
Esta iniciativa encontra-se aberta às organizações e aos cidadãos que referenciem como partilhando este objectivo, pelo que agradecemos que as convidem a estarem presentes.
 
PARTICIPEM! 
COM A VOSSA PRESENÇA PODEMOS SEGUIR EM FRENTE NA DEFESA DO TEJO! 
A PARTICIPAÇÃO DOS ADERENTES E O ENVOLVIMENTO DOS CONVIDADOS É UM IMPORTANTE INCENTIVO MORAL!  
CONTAMOS CONVOSCO!
 
Como chegar?  
Junta de Freguesia de Vila Nova da Barquinha
(ex - Junta de Freguesia de Moita do Norte) 
39°27'58.7"N 8°26'43.4"W
mapa 
 
José Moura e Paulo Constantino (porta vozes do proTEJO) 
 
CONTACTOS 
Telemóvel:
José Moura (+351932039759)
Paulo Constantino (+351919061330)

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Documentário “ANTES DO DILÚVIO”


 
O clima está a mudar.
Não adianta fechar os olhos e fingir que nada está a acontecer.
Estar informado é essencial para a mudança de atitudes e salvar este nosso bonito planeta.


No dia 31 de Outubro passou na RTP1 o excelente documentário com Leonardo Dicaprio “ANTES DO DILÚVIO”.
Este novo documentário da National Geographic Channel  'Before the Flood' aborda as alterações climáticas e as soluções para combater as ameaças ao nosso planeta.

Pode ver o documentário “ANTES DO DILÚVIO” legendado, em:
https://www.youtube.com/watch?v=-Kj-k1D3hdk

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Desapareceu o Paul da Vila da Marmeleira


A única zona húmida do Concelho de Rio Maior está a desaparecer.

O Paul da Vila da Marmeleira era o refúgio para várias aves migratórias.
Zona com uma biodiversidade muito interessante era o habitat de vários animais.

Desde o Verão deste Ano que tudo mudou.
Começou uma grande movimentação de terras e toda a zona do Paul foi aterrada.
A ribeira que passava pelo Paul viu as suas margens restringidas, bem como o estrangulamento da livre movimentação de águas em vários pontos.


Este é mais um atentado ambiental que deve de ser denunciado.
É tempo de vermos o património natural ser protegido. Não podemos estar a assistir a esta destruição sem tomarmos uma posição, pois o que se está a passar até pode ser legal, mas não é correcto.





sexta-feira, 6 de maio de 2016

Glifosato - Programa Biosfera - RTP2



Programa Biosfera, episódio 31, da RTP2

Este episódio dedica-se ao Glifosato, o herbicida mais usado em Portugal, e aos seus problemas para a saúde das populações (humanos e animais).
Pode visualizar o episódio em: 


Neste artigo é demonstro que o herbicida Glifosato é:
- Proibido em algumas regiões
- Bastante tóxico
- Potencialmente cancerígeno
- Causa provável de doenças intestinais
- Causa provável de doenças auto-imunes
- Causa provável no aparecimento de linfomas

Devido ao uso intensivo do Glifosato como pesticida, já começa a se sentir a sua presença na água usada para consumo pelas populações.

Alternativas ao Glifosato existem e algumas bastantes simples, como a monda térmica.


A renovação da autorização utilização do Glifosato no espaço comunitário terá de ser decidida até final do mês de Maio de 2016. Cabe-nos agora decidir se queremos continuar a usar este produto durante mais 15 anos.



quinta-feira, 5 de maio de 2016

Limpeza de terrenos


A legislação em vigor, sobre a manutenção das faixas de gestão de combustíveis em propriedades privadas e públicas, determina que os donos dos terrenos procedam à limpeza voluntária das suas propriedades. 

O Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS) da GNR, os serviços da Protecção Civil e Bombeiros Municipais, estão a efectuar acções de fiscalização, no sentido de detectar infracções. 

A falta de limpeza dos terrenos é uma infracção do foro contra-ordenacional, e os seus responsáveis incorrem em coimas que vão de 140 a 5.000 euros, no caso de pessoas singulares, e de 800 a 60.000 euros, para pessoas colectivas. 
A lei estabelece ainda que, caso os proprietários não assegurem a gestão das faixas de combustíveis dentro dos prazos estabelecidos, os municípios poderão proceder aos trabalhos de limpeza de forma coerciva, imputando-lhes posteriormente os respectivos custos. 


- Como deve ser feita a limpeza do terreno? 

Pode conhecer as obrigações legais para a limpeza de terrenos ou melhor, a gestão de combustíveis, no artigo anteriormente publicado para análise do disposto no anexo ao Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de Junho, alterado pelo Decreto-lei n.º 17/2009, de 14 de Janeiro. 
Mas a regra geral, é que se façam intervenções de modo a garantir a descontinuidade horizontal e vertical dos vários estratos arbóreo, arbustivo e rasteiro (limpeza de matos, silvas e vegetação diversa, desramação e redução de densidades). 
Para além disso, as copas das árvores e arbustos devem estar distanciadas no mínimo 5 metros das edificações e nunca se podem projectar sobre o seu telhado. Nas faixas confinantes com edificações não podem ocorrer acumulações de combustíveis como lenhas, madeira, ou sobrantes de exploração florestal ou agrícola, bem como outras substâncias altamente inflamáveis. 

O que diz o Decreto-Lei n.º 17/2009, de 14 de Janeiro 
– Conserve uma faixa pavimentada em redor da habitação (de 1 a 2 metros); 
– Mantenha as árvores em redor da habitação sem ramadas 4 metros acima do solo (ou 50% da altura total da árvore se esta tiver menos de 8 metros) e providencie para que as copas se encontrem distantes umas das outras pelo menos 4 metros; 
– Certifique-se de que as árvores e arbustos se encontram, pelo menos, 5 metros afastados da edificação e que os ramos nunca se projectam sobre a cobertura; 
– Conserve o terreno limpo num raio de 50 metros em redor da habitação [por exemplo, para proteger os seus bens e criar uma área de segurança para a actuação dos bombeiros], segundo as orientações do anexo ao Decreto-Lei n.º 17/2009; 
– Mantenha os sobrantes de exploração agrícola ou florestal (estrumeiras, mato para cama de animais, etc) fora da faixa de 50 metros em redor da habitação; 
– Mantenha as botijas de gás e outras substâncias inflamáveis ou explosivas longe da habitação [a mais de 50 metros] ou em compartimentos isolados; 
– Guarde as pilhas de lenha afastadas da habitação (a mais de 50 metros) ou em compartimento isolado.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Saúde dos Munícipes de Rio Maior e Herbicidas




A carta que o nosso concidadão João Correia enviou à Sr.ª presidente da Câmara, vem no mesmo sentido e reforça o convite/proposta que o movimento "Ar Puro" fez, em forma de carta aberta, à Câmara e a todas as juntas e uniões de juntas, em 14 de Julho de 2015, a que as referidas entidades não se dignaram responder ou tornarem pública a sua posição.

Cara Sr.ª Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior;

A Câmara Municipal do Porto já não usa o herbicida glifosato, por razões de saúde, seguindo orientações internacionais, optando por formas não químicas de controlo de infestantes, evitando assim a exposição de pessoas, animais e o ambiente em geral a um agente potencialmente cancerígeno.

Recorde-se que o uso deste químico foi já banido na Dinamarca, bastante condicionado noutros, sendo objeto de uma enorme controvérsia científica, dado a maior parte da investigação científica produzida ser da responsabilidade da própria empresa que o fabrica (Monsanto), num claro conflito de interesses.

Esperemos que a edilidade de Rio Maior, bem como as juntas, sigam o mesmo caminho.


Em março de 2015, a Agência Internacional para a Investigação Contra o Cancro (AIIC) da Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou o pesticida glifosato como "cancerígeno provável para o ser humano". Nesse mesmo mês, a autarquia do Porto interrompeu definitivamente a utilização desse produto no controlo de plantas invasoras, passando a utilizar a monda mecânica nos arruamentos, parques, jardins e terrenos da cidade.

CDU quer proibir uso de glifosato em espaços públicos no Concelho da Horta

quarta-feira, 16 de março de 2016

Novo incidente na central nuclear de Almaraz.




No final do mês passado houve mais um problema na central nuclear de Almaraz que provocou uma paragem superior a 48 horas.
Recordamos que esta central se encontra sobre o rio Tejo e perto da fronteira portuguesa. A instalação não tem bacia de retenção, que possa reter água contaminada, o que representa um grande perigo de contaminação de toda a bacia hidrográfica do Tejo.
Já no início de Fevereiro, inspectores do Conselho de Segurança Nuclear de Espanha tinham alertado para “falhas no sistema de arrefecimento de serviços essenciais da central nuclear” espanhola, referindo “não haver garantias suficientes de que as bombas de água do sistema de serviços essenciais da central operem com normalidade”.
O risco pode não compensar, pois a produção eléctrica é reduzida representa a produção de cerca 2.090 MWh enquanto a produção eólica espanhola já vai em mais de 23.000 MWh.



Se ainda não assinou a petição contra a poluição do Tejo:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT79516